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domingo, 27 de abril de 2008

miami marketing lessons

@ Washington Av, South Beach

wakesurfing


fiquei apaixonada pelo wakesurfing.... lindo! surfar nas ondas do barco ;) claro que desta vez ainda não tive coragem para saltar pa dentro de agua!... se tivesse tempo para isto podia ser quem dia ficasse assim croma como o B.

qualidade de vida

fim de tarde maravilhoso no barco da M. e do B. com a F., a R., a P. e os doces dos filhos da M. e do B. Descobri o wakesurf e pensei um dia experimentar!... que bom... isto é mesmo o melhor que Miami tem para oferecer... aproveitar a mar, o sol, viver outdoors o ano inteiro

Miami é o único sítio onde sonho constantemente com um descapotável e um barco...


quinta-feira, 24 de abril de 2008

não há nada a fazer

o verão começa a dar ares da sua graça... o cabelo encaracolado não deixa margem para dúvidas -- menos de uma hora depois de sair de casa, esta wildeness apodera-se de mim... ;-)

é tempo de assumir o "as natural as it gets" e não entrar numa luta inútil contra esta humidade tropical...

domingo, 20 de janeiro de 2008

Weekend (II): ...as british as it gets

tarde de Polo em Palm Beach. Fui com o G. e uns amigos assistir a um jogo da Joe Barry Memorial Cup. Bem, na realidade pouco vimos do jogo... tinhamos uns convites de Sponsor que nos davam acesso à tenda VIP e lá dentro encontrámos uma amiga da J. que nos encheu de pulseirinhas coloridas. Foi uma tarde mais social que outra coisa... mas foi mais outra grande experiência

parecia que estava em Inglaterra: o tipo de evento, o "setting", as pessoas, os "kits", as conversas... até o tempo (enublado e ventoso)

ao lado de Palm Beach, Miami parece o sítio menos elitista do Mundo. O show-off está la na mesma mas aqui passeiam-se cavalos em vez de descapotáveis, veste-se Ralph Lauren em vez de Gucci, é-se vizinho dos Kennedy e não do Lenny Kravitz...

em teoria, é old money vs. nouveu rich.... na prática, é tudo igual

sábado, 19 de janeiro de 2008

Weekend (I): ...as latin as it gets

Mariachis na festa de aniversário de um amigo colombiano da A. aqui em SouthBeach. Nunca tinha ouvido Mariachis ao vivo, muito menos Marichis de mulheres - foi de arrepiar, amei!

Na Colombia é tradição "ter" Mariachis nas festas de aniversário. Cantam para o aniversariante em jeito de serenata e é mesmo bonito.... fiquei a pensar como gostaria de também ter uns Mariachis no meu aniversário, let's see

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

esta definitivamente é a semana tuga

mais um jantar português! desta vez no Restaurante Old Lisbon e com um grupinho maior e mais heterogéneo

já não parecia um jantar de amigos num qualquer restaurante de lx. Pelo contrário. Pela primeira vez, era um jantar à emigra: o restaurante escolhido era português, o "convite" tinha passado informalmente, falava-se com entusiasmo em broa, azeite e vinho, comiam-se pasteis de bacalhau com feijão frade, falava-se das origens e do Benfica, trocavam-se nomes de supermercados com produtos portugueses, contavam-se e ouviam-se histórias de muitos anos de expat... Bem, conversei imenso, ri desmesuradamente e conheci gente.... gente "singular" (guardo a descrição mais detalhada para outros fóruns!). Saí dali fã destes encontros e já a pensar no próximo :-)

regressei com a F. à praia (south beach). Ainda levámos o T. a casa o que nos deu meia hora para decidir entre a festa de abertura do novo Nikki Beach em Coconut Groove ou um café com o G. e o P. no Segafredo da Lincoln Road. A preguiça acabou por falar mais alto (Coconut Groove ainda era longe, a Lincoln Road é ao pé de casa...)

deixámos o carro em casa, passámos por um japonês para um olá curto a 2 casais amigos da F. e lá acabámos no Segafredo (a esplanada é normalíssima, igual a tantas outras na Lincoln mas a música é do melhor)

regressei a casa a horas decentes, com tempo para dormir o suficiente para sobreviver a uma sexta-feira de trabalho (é uma das vantagens de começar a jantar às 6h30 da tarde!)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

quase, quase como em Portugal

Hoje havia jantar de tugas. A F. lá me telefonou para eu ir conhecer o resto da turma - parece que de repente há imensos portugueses em Miami, yupiiiiii!!!

Mas como o mundo é mesmo pequeno... o G. conhece umas 5 pessoas que eu tb conheço, o D. é irmão de um colega meu da Católica e o M. é dos poucos portugueses com profile no StarTracker! Isto da teoria dos 6 steps... as vezes acho que em 3 se chega a todo o lado....

Não fosse o Boris Becker* aparecer e parecia mesmo que estavamos num qualquer restaurante de Lisboa. Mas claro, isto é Miami!

*ao vivo é mais alto, mais magro mas muito mais loiro!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Updates

1 roommate novo: Y., francês filho de mãe holandesa e pai Indonésio. É assistente de produção num canal de TV aqui de Miami

1 colega novo: M., brasileiro. Veio para Miami um ano com a mulher e o cão Tyson (que do Mike só tem mesmo o mau génio porque é tão pequeno que a mulher do M. anda com ele no bolso!)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

home alone

a A. foi à Disney, o T. ainda está no Texas a visitar os pais e eu estou completamente sozinha em casa... na verdade, acompanhada da Molly e da Mattie (os pets cá de casa)

há já muito tempo que não me sentia assim tão sozinha... a lembrar os primeiros anos no Estoril

já não estou habituada - sinto falta de alguém que me obrigue a tirar o pijama e vestir uma "roupa de rua", de alguém que me pergunte se quero café de manhã, de alguém que cruze a sala durante o dia, que se sente na ponta da minha cama para dois dedos de conversa...

à falta de outras novidades, aqui fica uma instantânea de hoje

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

chegou o frio

afinal há inverno em Miami - inverno à séria: aquecimento ligado, mantinha na cama, camisolas e collants para sair à rua

tenho a mania de dizer que gosto de estações marcadas, que sol e calor o ano inteiro devem ser entediantes.... mas agora, depois destes últimos dois dias acho que em Miami o frio não faz falta nenhuma

venha lá o solzinho!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

cá em casa já cheira a Natal...


...e é tão bom...

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

realidades (II)

encontrei por acaso esta imagem na internet...
...é impressionante como uma "boneca" pode dizer tanto sobre esta cidade

*podem achar o comentário uma parvoíce, um post desnecessário... mas a verdade é tudo nela é muito south beach... além de que achei engraçado, mostra que há um look SoBe. Agora que penso nisso, como é que será o look Lx? Ou Avr?.... acho que para o último, a Rita tinha uma palavra..."selecto" ahahaha - sorry, é uma joke privada que só mesmo a minha mana percebe)

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

arte (III)

...ainda Art Basel

domingo, 9 de dezembro de 2007

arte (II)

e porque falei nas novas tendências da arte contemporânea, aqui fica um pouco do "processo criativo"....
“Instalação com 48 peças ”, Madres de gesso (Primagera) pintadas (by my mom!)

sábado, 8 de dezembro de 2007

art basel

"THERE are art fairs, and then there is the extravaganza that is Art Basel Miami Beach. At its most basic level, it’s a five-day mega buying and selling opportunity for lovers of contemporary art; at its most over-the-top, it’s a classy see-and-be-seen bacchanalia by the beach" (NYTimes)



Imagino que a "trintona"Arte Basel (na Suiça) esteja por estes dias bem irritada com a irmã mais nova. Em pouco mais de 5 anos, a "miuda" conseguiu roubar-lhe protagonismo. Sim, Art Basel Miami Beach é sinónimo de milhares obras de arte, centenas de galerias, artistas consagrados e nomes emergentes, mas é também (e diria sobretudo) a meca do show off: litros de champange, VIP Passes impossíveis de conseguir, festas loucas nos melhores hoteis da Collins, gente hip, cool, classy

Mais do que a feira em si, "o" evento, é o que a rodeia: as pessoas, as mostras de arte alternativas, as colecçoes privadas abertas ao publico em mansões de 40 milhões de dolares, as exposições de design, os concertos, as festas.... demasiado para absorver em 1 dia e meio

Ontem à noite consegui não sei bem como ludibriar três "barreiras" de seguranças, porteiros e empregados de mesa e finalmente chegar ao jardim do Raleigh onde supostamente havia duas festas "privadíssimas" (não sei de quem - só segui as indicaçoes do Carlos e da Anne Marie..."meet us at the garden, just after crossing the hotel lobby and the restaurant"). Valeu a pena - o espaço é lindo de morrer (como vou ter saudades destes hoteis/bares/jardins...) e a experiência foi... muito.... sociológica

Para hoje, tinha planeado cobrir a exposiçao principal e ainda dar um pulo ao Design District... planos! Acabei por ficar a tarde inteira no Convention Center e com imensa pena de não conseguir ver nada da Design Miami...


Havia de tudo: os clássicos, com presença muito forte dos americanos - obras de Warhol em tudo o que era galeria - os emergentes "novos, desconhecidos" - que para estarem ali, não deviam ser muito desconhecidos, mas enfim - e os muito, muito desconhecidos

Conseguimos uma guia óptima que dispensou os Rotkos e os Picassos e nos levou directamente aos projectos contemporâneos mais marcantes - muito centrados em instalaçoes, imageboxes e videoarte, alguma coisa de fotografia (polípticos), muito pouco de escultura e nada de pintura. Parece que a tendência actual da "contradição" (nos materiais, nas formas, no significado, na função, na duração) se coaduna pouco com a pintura - it's a shame...

Acabei por sair dali um bocadinho mais culta e carregada de catálogos e revistas de arte que entretanto não resisti a comprar! Obrigaram-me a deixar a câmara à entrada... mas o meu blackberry deixou-se levar pela tentação e discretamente "captou" alguns momentos... afinal, esta bem pode ter sido a primeira e a última

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

realidades

é por estas e por outras que por vezes sinto mesmo que o meu mundo é outro


  • 11/08/07 não é 11 de Agosto, é 8 de Novembro
  • os semáforos estão do lado de lá da estrada
  • as torneiras rodam ao contrário - e na banheira só há uma torneira :?"@
  • o primeiro andar começa a contar do rés-do-chão
  • os telemoveis não têm pin
  • os interruptores estão do lado de dentro dos compartimentos
  • as portas abrem-se rodando a chave para a direita
  • to go, não significa "ir", significa "p'ra levar"
  • o "papelinho" do cartão de crédito assina-se com uma "caneta" digital

e mais...

  • o meu colega P. vai casar em Feveiro mas ainda não conhece a noiva
  • a A. acabou um projecto de decoração em que o orçamento era 1.3milhoes de dólares...
  • (cont.) ...para "encher" a biblioteca da casa, veio a NY comprar 300 livros de arte
  • (cont.)...1.3 milhões de dólares para o projecto da casa "oficial" do cliente e 0.5 milhões para a decoração da casa da amante... (!)

domingo, 2 de dezembro de 2007

o meu fim de semana

from saturday's sun...


...to sunday's snow




*não consigo deixar de pensar na sorte que tenho... [sorrio enquanto olho pela janela do taxi e em silencio digo obrigada]

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

back in Miami


nem queria acreditar no calor logo à saída do aeroporto... e na não, ainda o mesmo sobretudo longo e pesado com que deixei NY

além de dividida entre duas cidades, a minha vida está também dividida entre duas estações

sábado, 17 de novembro de 2007

motion sickness


Bem tentei*, mas de facto, grandes ou pequenos, à vela ou a motor, no Atlântico ou nas Caraíbas... barcos não são para mim!

Como a Mariazinha me explicou um dia, esta minha sensibilidade é fisiológica: há um conflito de percepções entre o ouvido interno e os olhos - sente-se o movimento mas não se vê! O cérebro interpreta estas mensagens contraditórias como alucinações e induz o vómito na tentativa de libertar o corpo da substância tóxica. Ou seja, it's not my fault!!*

Sei que é uma grande desilusão para o meu pai. Apesar de ao longo dos anos ter deixado de insitir, a verdade é que ainda guarda alguma esperança de que as filhas partilhem com ele a paixão pela vela; que sintam o mar para lá do que a praia anuncia... Para o meu pai, o mar vale per se

Mas eu não sou mulher de mar - sou mais mulher do mar. Presente de sonho? Talvez um barco no Mediterrâneo para poder ir por aí… Antibes, Santorini, Hvar, Korkula - não sei bem se o que me fascina é a imagem fantasiada do barco e a das velas brancas içadas contra o céu azul de Verão, ou a ideia de viajar sem destino e sem dono, de saltitar de ilha em ilha como Gulliver...de estar onde mais niguém está...

(Bem sei: até lá tenho de resolver a minha “hipersensibilidade” ou então render-me ao vomidrine!)


* embarquei ontem no Carnival Freedom para um mini-cruzeiro de uma noite, ou melhor, um jantar de beneficência em alto mar! O pretexto era meritório mas não consegui chegar ao fim do jantar… diz quem ficou no casino até às 6 da manhã, que a festa foi animada – acredito, mas na minha cabine também dormi que nem uma princesa, só acordei outra vez em Miami e para sorte minha, já atracada!
**desculpem-me os médicos pela falta de precisão científica... biologia não é mesmo a minha área