@ Washington Av, South Beachdomingo, 27 de abril de 2008
wakesurfing
qualidade de vida
Miami é o único sítio onde sonho constantemente com um descapotável e um barco...
quinta-feira, 24 de abril de 2008
não há nada a fazer
é tempo de assumir o "as natural as it gets" e não entrar numa luta inútil contra esta humidade tropical...
domingo, 20 de janeiro de 2008
Weekend (II): ...as british as it gets
tarde de Polo em Palm Beach. Fui com o G. e uns amigos assistir a um jogo da Joe Barry Memorial Cup. Bem, na realidade pouco vimos do jogo... tinhamos uns convites de Sponsor que nos davam acesso à tenda VIP e lá dentro encontrámos uma amiga da J. que nos encheu de pulseirinhas coloridas. Foi uma tarde mais social que outra coisa... mas foi mais outra grande experiênciaparecia que estava em Inglaterra: o tipo de evento, o "setting", as pessoas, os "kits", as conversas... até o tempo (enublado e ventoso)
ao lado de Palm Beach, Miami parece o sítio menos elitista do Mundo. O show-off está la na mesma mas aqui passeiam-se cavalos em vez de descapotáveis, veste-se Ralph Lauren em vez de Gucci, é-se vizinho dos Kennedy e não do Lenny Kravitz...
em teoria, é old money vs. nouveu rich.... na prática, é tudo igual
sábado, 19 de janeiro de 2008
Weekend (I): ...as latin as it gets
Mariachis na festa de aniversário de um amigo colombiano da A. aqui em SouthBeach. Nunca tinha ouvido Mariachis ao vivo, muito menos Marichis de mulheres - foi de arrepiar, amei!Na Colombia é tradição "ter" Mariachis nas festas de aniversário. Cantam para o aniversariante em jeito de serenata e é mesmo bonito.... fiquei a pensar como gostaria de também ter uns Mariachis no meu aniversário, let's see
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
esta definitivamente é a semana tuga
já não parecia um jantar de amigos num qualquer restaurante de lx. Pelo contrário. Pela primeira vez, era um jantar à emigra: o restaurante escolhido era português, o "convite" tinha passado informalmente, falava-se com entusiasmo em broa, azeite e vinho, comiam-se pasteis de bacalhau com feijão frade, falava-se das origens e do Benfica, trocavam-se nomes de supermercados com produtos portugueses, contavam-se e ouviam-se histórias de muitos anos de expat... Bem, conversei imenso, ri desmesuradamente e conheci gente.... gente "singular" (guardo a descrição mais detalhada para outros fóruns!). Saí dali fã destes encontros e já a pensar no próximo :-)
regressei com a F. à praia (south beach). Ainda levámos o T. a casa o que nos deu meia hora para decidir entre a festa de abertura do novo Nikki Beach em Coconut Groove ou um café com o G. e o P. no Segafredo da Lincoln Road. A preguiça acabou por falar mais alto (Coconut Groove ainda era longe, a Lincoln Road é ao pé de casa...)
deixámos o carro em casa, passámos por um japonês para um olá curto a 2 casais amigos da F. e lá acabámos no Segafredo (a esplanada é normalíssima, igual a tantas outras na Lincoln mas a música é do melhor)
regressei a casa a horas decentes, com tempo para dormir o suficiente para sobreviver a uma sexta-feira de trabalho (é uma das vantagens de começar a jantar às 6h30 da tarde!)
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
quase, quase como em Portugal
Mas como o mundo é mesmo pequeno... o G. conhece umas 5 pessoas que eu tb conheço, o D. é irmão de um colega meu da Católica e o M. é dos poucos portugueses com profile no StarTracker! Isto da teoria dos 6 steps... as vezes acho que em 3 se chega a todo o lado....
Não fosse o Boris Becker* aparecer e parecia mesmo que estavamos num qualquer restaurante de Lisboa. Mas claro, isto é Miami!
*ao vivo é mais alto, mais magro mas muito mais loiro!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Updates
1 colega novo: M., brasileiro. Veio para Miami um ano com a mulher e o cão Tyson (que do Mike só tem mesmo o mau génio porque é tão pequeno que a mulher do M. anda com ele no bolso!)
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
home alone
há já muito tempo que não me sentia assim tão sozinha... a lembrar os primeiros anos no Estoril
já não estou habituada - sinto falta de alguém que me obrigue a tirar o pijama e vestir uma "roupa de rua", de alguém que me pergunte se quero café de manhã, de alguém que cruze a sala durante o dia, que se sente na ponta da minha cama para dois dedos de conversa...
à falta de outras novidades, aqui fica uma instantânea de hoje
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
chegou o frio
afinal há inverno em Miami - inverno à séria: aquecimento ligado, mantinha na cama, camisolas e collants para sair à ruatenho a mania de dizer que gosto de estações marcadas, que sol e calor o ano inteiro devem ser entediantes.... mas agora, depois destes últimos dois dias acho que em Miami o frio não faz falta nenhuma
venha lá o solzinho!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
realidades (II)
...é impressionante como uma "boneca" pode dizer tanto sobre esta cidade*podem achar o comentário uma parvoíce, um post desnecessário... mas a verdade é tudo nela é muito south beach... além de que achei engraçado, mostra que há um look SoBe. Agora que penso nisso, como é que será o look Lx? Ou Avr?.... acho que para o último, a Rita tinha uma palavra..."selecto" ahahaha - sorry, é uma joke privada que só mesmo a minha mana percebe)
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
domingo, 9 de dezembro de 2007
arte (II)

“Instalação com 48 peças ”, Madres de gesso (Primagera) pintadas (by my mom!)
sábado, 8 de dezembro de 2007
art basel
"THERE are art fairs, and then there is the extravaganza that is Art Basel Miami Beach. At its most basic level, it’s a five-day mega buying and selling opportunity for lovers of contemporary art; at its most over-the-top, it’s a classy see-and-be-seen bacchanalia by the beach" (NYTimes)

Imagino que a "trintona"Arte Basel (na Suiça) esteja por estes dias bem irritada com a irmã mais nova. Em pouco mais de 5 anos, a "miuda" conseguiu roubar-lhe protagonismo. Sim, Art Basel Miami Beach é sinónimo de milhares obras de arte, centenas de galerias, artistas consagrados e nomes emergentes, mas é também (e diria sobretudo) a meca do show off: litros de champange, VIP Passes impossíveis de conseguir, festas loucas nos melhores hoteis da Collins, gente hip, cool, classy
Mais do que a feira em si, "o" evento, é o que a rodeia: as pessoas, as mostras de arte alternativas, as colecçoes privadas abertas ao publico em mansões de 40 milhões de dolares, as exposições de design, os concertos, as festas.... demasiado para absorver em 1 dia e meio
Ontem à noite consegui não sei bem como ludibriar três "barreiras" de seguranças, porteiros e empregados de mesa e finalmente chegar ao jardim do Raleigh onde supostamente havia duas festas "privadíssimas" (não sei de quem - só segui as indicaçoes do Carlos e da Anne Marie..."meet us at the garden, just after crossing the hotel lobby and the restaurant"). Valeu a pena - o espaço é lindo de morrer (como vou ter saudades destes hoteis/bares/jardins...) e a experiência foi... muito.... sociológica
Para hoje, tinha planeado cobrir a exposiçao principal e ainda dar um pulo ao Design District... planos! Acabei por ficar a tarde inteira no Convention Center e com imensa pena de não conseguir ver nada da Design Miami...

Havia de tudo: os clássicos, com presença muito forte dos americanos - obras de Warhol em tudo o que era galeria - os emergentes "novos, desconhecidos" - que para estarem ali, não deviam ser muito desconhecidos, mas enfim - e os muito, muito desconhecidos
Conseguimos uma guia óptima que dispensou os Rotkos e os Picassos e nos levou directamente aos projectos contemporâneos mais marcantes - muito centrados em instalaçoes, imageboxes e videoarte, alguma coisa de fotografia (polípticos), muito pouco de escultura e nada de pintura. Parece que a tendência actual da "contradição" (nos materiais, nas formas, no significado, na função, na duração) se coaduna pouco com a pintura - it's a shame...
Acabei por sair dali um bocadinho mais culta e carregada de catálogos e revistas de arte que entretanto não resisti a comprar! Obrigaram-me a deixar a câmara à entrada... mas o meu blackberry deixou-se levar pela tentação e discretamente "captou" alguns momentos... afinal, esta bem pode ter sido a primeira e a última
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
realidades
- 11/08/07 não é 11 de Agosto, é 8 de Novembro
- os semáforos estão do lado de lá da estrada
- as torneiras rodam ao contrário - e na banheira só há uma torneira :?"@
- o primeiro andar começa a contar do rés-do-chão
- os telemoveis não têm pin
- os interruptores estão do lado de dentro dos compartimentos
- as portas abrem-se rodando a chave para a direita
- to go, não significa "ir", significa "p'ra levar"
- o "papelinho" do cartão de crédito assina-se com uma "caneta" digital
e mais...
- o meu colega P. vai casar em Feveiro mas ainda não conhece a noiva
- a A. acabou um projecto de decoração em que o orçamento era 1.3milhoes de dólares...
- (cont.) ...para "encher" a biblioteca da casa, veio a NY comprar 300 livros de arte
- (cont.)...1.3 milhões de dólares para o projecto da casa "oficial" do cliente e 0.5 milhões para a decoração da casa da amante... (!)
domingo, 2 de dezembro de 2007
o meu fim de semana
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
back in Miami
sábado, 17 de novembro de 2007
motion sickness

Bem tentei*, mas de facto, grandes ou pequenos, à vela ou a motor, no Atlântico ou nas Caraíbas... barcos não são para mim!
Como a Mariazinha me explicou um dia, esta minha sensibilidade é fisiológica: há um conflito de percepções entre o ouvido interno e os olhos - sente-se o movimento mas não se vê! O cérebro interpreta estas mensagens contraditórias como alucinações e induz o vómito na tentativa de libertar o corpo da substância tóxica. Ou seja, it's not my fault!!*
Sei que é uma grande desilusão para o meu pai. Apesar de ao longo dos anos ter deixado de insitir, a verdade é que ainda guarda alguma esperança de que as filhas partilhem com ele a paixão pela vela; que sintam o mar para lá do que a praia anuncia... Para o meu pai, o mar vale per se
Mas eu não sou mulher de mar - sou mais mulher do mar. Presente de sonho? Talvez um barco no Mediterrâneo para poder ir por aí… Antibes, Santorini, Hvar, Korkula - não sei bem se o que me fascina é a imagem fantasiada do barco e a das velas brancas içadas contra o céu azul de Verão, ou a ideia de viajar sem destino e sem dono, de saltitar de ilha em ilha como Gulliver...de estar onde mais niguém está...
(Bem sei: até lá tenho de resolver a minha “hipersensibilidade” ou então render-me ao vomidrine!)
* embarquei ontem no Carnival Freedom para um mini-cruzeiro de uma noite, ou melhor, um jantar de beneficência em alto mar! O pretexto era meritório mas não consegui chegar ao fim do jantar… diz quem ficou no casino até às 6 da manhã, que a festa foi animada – acredito, mas na minha cabine também dormi que nem uma princesa, só acordei outra vez em Miami e para sorte minha, já atracada!
**desculpem-me os médicos pela falta de precisão científica... biologia não é mesmo a minha área


