Crónicas de Fontainebleau
por Laurinda Alves, Publicado em 17 de Novembro de 2009
Esta semana escrevo de Fontainebleau, onde vim fazer um curso de Empreendedorismo Social, no INSEAD. A minha turma tem pessoas de 40 países diferentes e eu sou a única aluna portuguesa. Os meus colegas vieram de pontos tão distantes como a Jamaica, a China, Madagáscar, a Índia, a Argentina, o Egipto, a Suíça, os EUA, o Brasil, o Kosovo e o Kuwait, e é fascinante aprender com a diversidade de experiências e percursos de vida. É impossível descrever no espaço desta coluna a intensidade de um dia de aulas ou o alcance da partilha sobre os projectos em que cada um está envolvido, mas cabe sublinhar aqui o enorme privilégio que é poder voltar à escola na idade adulta. Mais do que tentar resumir a substância dos cursos, vale a pena insistir na possibilidade de os políticos criarem oportunidades para que mais pessoas possam decidir livremente actualizar os conhecimentos nas suas áreas de especialidade ou adquirir novas competências. Tenho defendido publicamente que o programa Erasmus devia estender-se a mais pessoas e mais classes profissionais, e volto à questão por estar a viver um tempo absolutamente excepcional pelo "simples" facto de ter voltado aos bancos da escola - ou seja, por ter a sorte de poder fazê-lo numa escola onde circulam pessoas de todo o mundo.
Esta semana escrevo de Fontainebleau, onde vim fazer um curso de Empreendedorismo Social, no INSEAD. A minha turma tem pessoas de 40 países diferentes e eu sou a única aluna portuguesa. Os meus colegas vieram de pontos tão distantes como a Jamaica, a China, Madagáscar, a Índia, a Argentina, o Egipto, a Suíça, os EUA, o Brasil, o Kosovo e o Kuwait, e é fascinante aprender com a diversidade de experiências e percursos de vida. É impossível descrever no espaço desta coluna a intensidade de um dia de aulas ou o alcance da partilha sobre os projectos em que cada um está envolvido, mas cabe sublinhar aqui o enorme privilégio que é poder voltar à escola na idade adulta. Mais do que tentar resumir a substância dos cursos, vale a pena insistir na possibilidade de os políticos criarem oportunidades para que mais pessoas possam decidir livremente actualizar os conhecimentos nas suas áreas de especialidade ou adquirir novas competências. Tenho defendido publicamente que o programa Erasmus devia estender-se a mais pessoas e mais classes profissionais, e volto à questão por estar a viver um tempo absolutamente excepcional pelo "simples" facto de ter voltado aos bancos da escola - ou seja, por ter a sorte de poder fazê-lo numa escola onde circulam pessoas de todo o mundo.




