terça-feira, 21 de outubro de 2025
terça-feira, 20 de maio de 2025
Conversas à mesa da cozinha
Falávamos do que queriam ser quando fossem grandes.
A Beni: "Atriz! A Mãe acha bem? Acha que eu tenho jeito?
A Maria: "Eu quero ser muitas coisas... [reflecte em silêncio] Não. Eu quero fazer alguma coisa importante, alguma coisa boa."
quinta-feira, 27 de março de 2025
(Post)INSEAD life
Ela portuguesa, ele israelita, encontram-se em Roma.
Almoço despretensioso num restaurante familiar.
Mais do que de comida, fala-se da vida: da família, dos filhos, do trabalho.
“Life is good” para ambos. Têm noção do seu privilégio.
Cada um com as suas inquietações e desafios.
Partilham-se planos menos convencionais de evolução de carreira. Partilham-se experiências de uma vida em ambiente de guerra.
INSEAD life é isto: distâncias que se encurtam, diferenças que não separam.
quarta-feira, 26 de março de 2025
Atletas de Alta Competição
No outro dia, comparei os CEOs dos dias de hoje a atletas de alta competição. Falava-se do desgaste físico e a comparação pareceu-me óbvia: pressão constante, esgotamento físico e emocional, permanente estado de alerta.
Fui olhada de lado.
quarta-feira, 19 de março de 2025
mariasofia II
(explicava à Maria que em média as familias em Portugal têm poucos filhos, não é como a maioria das famílias que ela conhece)
"Mãe, as pessoas têm poucos filhos porque querem ser ricas. Podem ser ricas em dinheiro, mas não são ricas em amor."
quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
AI & Tolstoi
Estamos a 30 de Janeiro de 2025. Todos os dias aparecem notícias, novos webinars, livros e artigos sobre IA.
A minha grande dúvida é se alguma vez a IA será capaz de ser imperfeita como os humanos. E nisto lembro-me de Tolstoi: "Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira". A felicidade (a perfeição) segue padrões semelhantes, já a infelicidade (imperfeição) é mais complexa e individualizada.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2025
Maria (n 19.11.13)
"Mãe, eu sinto que 2025 vai ser um bom ano" disse-me a Maria ontem ao adormecer. "Eu gosto de números ímpares! Os números pares são assim todos perfeitinhos, muito redondos. Os números ímpares são mais especiais, mais... a Mãe percebe... mais fortes"
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
idade organizacional
ao responder, percebi que nunca me vi "organizacionalmente" com a minha idade cronológica. lembrei-me de como também, biologicamente, a nossa idade pode ser diferente do que indicia o nosso BI. e se houver também uma "idade organizacional"?
terça-feira, 14 de janeiro de 2025
um regresso necessário
terça-feira, 17 de setembro de 2013
será o fim?
quem por aí anda?
hoje encontrei uma nota que guardava com os ponts que tinha pendentes de escrever. releio e já não faço ideia do que a grande maioria diria. fico com pena, gostava de ter guardado aquelas memórias. não me resta senão pois, e antes de apagar a nota, deixar-vos aqui a lista dos posts que nunca chegaram a sê-lo...
- a probabilidade que o obama perca
- o post do gonçalo mata
- as musicas da colombia - banda sonora
- o meu mapa
- os Americanos e os nick names
- Heritage
- rythm foundation
- os amigos da Amanda
- os blogs dos meus amigos
- os global microtrends: as mulheres; os americanos e o trabalho
- os los ollin da Costa Rica
- detalhes das minhas viagens nos proximos tempos
- US vistos de dentro
domingo, 22 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Estamos Juntos!
terça-feira, 17 de maio de 2011
Luanda é...
Hotel - Cliente - Restaurante - Cliente - Restaurante - Hotel
Mais buracos que estradas
Mais carros que buracos
Almoçar ao lado do CA do BCP, no restaurante da Isabel dos Santos (e ela numa mesa ao fundo)
Preguinhos e sumo de laranja natural (sem gelo) no Bar do Trópico
Vestir o casaco ao entrar no escritório e tirá-lo para sair
Luanda é...
terça-feira, 3 de maio de 2011
capítulo III
volto a conhecer de cor os cantos dos aeroportos. sistematizo a rotina do controle de segurança. optimizo passos para reduzir ao máximo o tempo dispendido. automatizo sonos.
desta vez é Angola...
terça-feira, 11 de maio de 2010
por-tu-guéiz (II)
"lugar" = sítio
"boyola" = larilas
"quadra" = quarteirão
"manobrista" = valet parking
"vaso" = retrete
"aprendizado" = aprendizagem
quinta-feira, 6 de maio de 2010
lições do G.
dou-lhe razão mas não sei que fazer...
life is not always bright
...aproveito para actualizar o blogue enquanto o ginásio não abre. às 7h30 saio para o escritório
quarta-feira, 28 de abril de 2010
e vou aprendendo por-tu-guéiz...
"prá viagem" = para levar
"estampa" = padrão
"caixa eletrônico" = multibanco
"sussa" = tranquilo...
"Babado" = serve para quase tudo: encontros, comida, música, conversa
(e muito mais... vou tomando nota!)
segunda-feira, 26 de abril de 2010
ops...
é que foram dias muuuito intensos, believe me
o projecto continua a um ritmo (quase) alucinante (ou sou eu que ainda não me desabituei totalmente dos standards de vida de estudante...). os meus dias consomem-se em reuniões, entrevistas, slides, análises, pedidos de info, conf calls, relatórios, viagens de taxi e algum (cada vez menos) sono. pelo meio ficaram dois feriados (Tiradentes e S. Jorge) passados a trabalhar. foi o preço a pagar para ter um fim de semana em Búzios longe do e-mail... e valeu a pena :)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Uma semana em cheio (com a visita do G.)
E planos para uma festa de anos em São Paulo daqui a dias...
sábado, 17 de abril de 2010
small talk, cab talk (II)
uns nunca falam, outros tentam a conversa de circunstância que interrompe o meu voo e só me consegue arrancar um par de monossílabos. outros lançam umas palavras intrigantes que me acordam... como este
ontem apanhei outro desses. interrompeu a minha discussão filosófica com o T. sobre o papel do estado na gestão dos bens comuns. era economista, brasileiro. vivia em França até ter vindo a crise de 2008. regressou ao Brasil para como ele diz "se capitalizar". "aqui é um país em que você pode fazer tudo. se você quer fazer um negócio, aqui é possível"
segundo ele, a corrupção no Brasil é mais democrática, na Europa (em Portugal) é mais elitista. "aqui é facilitadora... se eu quero parar meu carro aqui p'ra descarregar mercadoria, vou falar com o policia e a gente dá um jeito. na Europa, vinha logo a multa. no Brasil sempre se dá um jeito. por isso é que o país avança apesar de tudo, inclusive apesar de ter um presidente louco! o Brasil não é nem preto nem branco, é cinzento e é nesse cinzento que você tem que se mexer. as regras existem, mas todo o mundo as pode contornar p'ra fazer as coisas avançarem - se a cerca é alta passa por baixo, se é baixa salta por cima! e qualquer um pode, basta querer. e não tem que conhecer X ou Y ou ter o nome A ou B p'ra falar com o manda-chuva como lá em Portugal, aqui você vai directo a quem tá tratando do assunto e aí da um jeito. você faz a introdução - olha o que é que a gente pode fazer p'ra resolver isto - e aí ele te ajuda"
lições a reter...
quinta-feira, 15 de abril de 2010
"a gentchii já saiu da crisi!"

pois é, o Brasil está em grande forma. já é a oitava maior economia do mundo (aqui)
vive-se numa bolha de espectativas de crescimento impressionantes. a moral está altíssima (ou "é" altíssima) - definitely the place to be...
quarta-feira, 14 de abril de 2010
a trabalhar imenso...
just a few notes:
- jantei com a Xica no Oui Oui
- conheci um dos homens mais ricos do Brasil (a propósito de uma entrevistas que ando a fazer a investidores) - um "porreiro"! recebeu-nos de polo azul e calças brancas, sentado numa secretária que partilha com um empregado no escritório mais "básico" em que alguma vez entrei... as low profile as it gets!
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
rio + & -
o som do mar
o calçadão
os morros
os sumos de fruta natural
-
o serviço dos hotéis
os hoteis
os taxistas aldrabões
os preços inflaccionados
sexta-feira, 9 de abril de 2010
o sol já entra pela janela :-)
1) o trabalho parece mais encaminhado (e eu também)
2) este fim de semana fico sozinha (e nem imaginam como me apetece estar sozinha!). vou fazer todas as coisas pendentes que tenho... trocar os calçoes do G., supermercado, shopping, etc
3) vou finalmente deixar o room service ao jantar e sair com a Xica, amiga da I. que está cá a passar uns dias no Rio
4) faz sol! e sol = praia, caminhadas no calçadão, chinelo no dedo, àgua de coco... hummm cidade maravilhosa
quarta-feira, 7 de abril de 2010
da praia ao centro

saio de Ipanema. o sol nasce atrás da pedra do arpoador. sigo pela avenida atlântica... "no mar estava escrita uma cidade" o Carlos Drummond de Andrade de um lado o Copacabana Palace do outro. percorro a baía de guanabara. o morro da urca e o pão de açucar cada vez mais ao fundo. as palmeiras e os edifícios de "outros tempos". chego perto do centro... igrejas antigas, palacetes neoclássicos, gente e barulho. o taxi pára. eu saio e subo ao 14º andar
terça-feira, 6 de abril de 2010
sobrevivi...
lucky me after all... enfiada num hotel durante todo o dia (e sem me queixar do ar condicionado)
-1
o jetlag ainda me maça
estranho o quarto
vejo defeitos em todo o lado
acho tudo caro, demasiado caro (como se continuasse a sair do meu bolso...)
tempestades
Capítulo III
nova latitude, novos desafios
os mesmos receios, a mesma necessidade de partilhar
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
ate ja
Caminante no hay camino
Todo pasa y todo queda,
pero lo nuestro es pasar,
pasar haciendo caminos,
caminos sobre el mar.
Nunca perseguí la gloria,
ni dejar en la memoria
de los hombres mi canción;
yo amo los mundos sutiles,
ingrávidos y gentiles,
como pompas de jabón.
Me gusta verlos pintarse
de sol y grana, volar
bajo el cielo azul, temblar
súbitamente y quebrarse...
Nunca perseguí la gloria.
Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar...
Hace algún tiempo en ese lugar
donde hoy los bosques se visten de espinos
se oyó la voz de un poeta gritar
"Caminante no hay camino,
se hace camino al andar..."
Golpe a golpe, verso a verso...
Murió el poeta lejos del hogar.
Le cubre el polvo de un país vecino.
Al alejarse le vieron llorar.
"Caminante no hay camino,
se hace camino al andar..."
Golpe a golpe, verso a verso...
Cuando el jilguero no puede cantar.
Cuando el poeta es un peregrino,
cuando de nada nos sirve rezar.
"Caminante no hay camino,
se hace camino al andar..."
Golpe a golpe, verso a verso.
freedom vs belonging

volto ao ninho após mais de dois anos de voos. perguntam-me qual o proximo destino, dizem-me que não me vou aguentar muito tempo por cá. não sei... talvez. sei que agora é aqui que quero estar.
nem de propósito, leio o artigo do The Economist que a minha amiga Inna me passou. acaba assim:
"But we cannot expect to have it all ways. Life is full of choices, and to choose one thing is to forgo another. The dilemma of foreignness comes down to one of liberty versus fraternity—the pleasures of freedom versus the pleasures of belonging. The homebody chooses the pleasures of belonging. The foreigner chooses the pleasures of freedom, and the pains that go with them."
acho que diz tudo...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
and so I graduated
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
olhem quem andou por cá esta semana...
Crónicas de Fontainebleau
Esta semana escrevo de Fontainebleau, onde vim fazer um curso de Empreendedorismo Social, no INSEAD. A minha turma tem pessoas de 40 países diferentes e eu sou a única aluna portuguesa. Os meus colegas vieram de pontos tão distantes como a Jamaica, a China, Madagáscar, a Índia, a Argentina, o Egipto, a Suíça, os EUA, o Brasil, o Kosovo e o Kuwait, e é fascinante aprender com a diversidade de experiências e percursos de vida. É impossível descrever no espaço desta coluna a intensidade de um dia de aulas ou o alcance da partilha sobre os projectos em que cada um está envolvido, mas cabe sublinhar aqui o enorme privilégio que é poder voltar à escola na idade adulta. Mais do que tentar resumir a substância dos cursos, vale a pena insistir na possibilidade de os políticos criarem oportunidades para que mais pessoas possam decidir livremente actualizar os conhecimentos nas suas áreas de especialidade ou adquirir novas competências. Tenho defendido publicamente que o programa Erasmus devia estender-se a mais pessoas e mais classes profissionais, e volto à questão por estar a viver um tempo absolutamente excepcional pelo "simples" facto de ter voltado aos bancos da escola - ou seja, por ter a sorte de poder fazê-lo numa escola onde circulam pessoas de todo o mundo.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
ja está quase aí
Thursday 17th December 2009
Fontainebleau campus
14:30 - Arrival of students and guests (3 guests maximum)
15:00 - Start of the graduation Ceremony
The Marquee
Guest of Honour: Sir Martin Sorrell
Founder and Chief Executive, WPP
18:00 - End of the ceremony
Cocktails
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Corsicaterapy
últimas
sem "Energia" para que serve a "Matéria"?
como conseguir performance E progresso?
order is more critical than betterness... but hasn't betterness been threatening order?
flexiveis nós? only upwards... we are downwards rigid...
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Oktoberfest 09
a mais longa ausência
será o facebook? os telefonemas mais frequentes para casa? as várias idas a Portugal? de certa forma parece que estou perto outra vez. parece que estou (quase) em casa...
ou será a companhia? o português por todo o lado? uma "nova vida" que pouco diferente é da "antiga"? de certa forma parece que esta é a vida de sempre, onde nada de extraordinário acontece, onde há confidentes a menos de 200km de distância, onde não há nada worth writing about.
vivo numa ilusão de normalidade, é isso. mas a minha vida continua a não ser em nada "normal"...
PS: (prometo, mesmo voltar a escrever - quero terminar o registo desta minha aventura internacional e transmissível)
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
notes from Indo
Places...
Casa Luna – pequenos almoços maravilhosos
Ary’s Warung – um tuna tartare de chorar por mais
Pelangi – tuna salad, free wifi, olaria local
Three monkeys - cheiro a café e rice fields
Ruas para compras e os jardins das casas e dos cafés
Out of Ubud...
Gunung Agung e Danau Batur (lago Batur)
Tegallalang
Pura Kehen
Pura Besaki
terça-feira, 29 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
quem quer visitar o INSEAD?
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
como vou mudando
o classico no INSEAD...
Went to INSEAD today sat in a BOR. Small group next to me was classic. The Italian monopolized 80% of the air time in an incomprehensible accent ("you know-ah, vat we say in Italy-ah"), the American kept talking about being "PC, dude...", the Dutch consultant wanted to make a matrix of the group's emotions. Meanwhile, the Asian sat quietly, solving the case. Unfortunately, it was in Japanese. Ah, the memories...
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
lições
Todo pasa y todo queda,
pero lo nuestro es pasar,
pasar haciendo caminos,
caminos sobre el mar.
(...) caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar(...)
Antonio Machado
life in the woods
terça-feira, 15 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
a minha online ID
"Congratulations. You are digitally distinct!
This is the nirvana of online identity. A search of your name yields lots of results about you, and most, if not all, reinforce your unique personal brand. Keep up the good work, and remember that your Google results can change as fast as the weather in New England. So, regularly monitor your online identity. That way, if something negative, such as an anonymous ad hominem attack on your character on a blog, crops up, you can address it quickly, before it gets out of hand."
vale a pena calcular o vosso... aqui
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
tea with the girls
roadtrip
17 horas
110€ de gasóleo (e mais 70€ de portagens)
9 paragens
5 cafés
4 litros de água
um jantar como dantes
e "as mãozinhas pequeninas e branquinhas" de sempre :-) ...
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
o caminho que se segue...
Ver AVR - PAR num mapa maior
de carro até Fontainebleau com direito a paragem em Bilbao para um fim de semana com a I. e a D.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
aterrando
ja tenho...
casa
telemovel
cadeiras novas
e uma dor de cabeça insuportavel...
...só quero fugir! esta primeira semana de aulas está a dar comigo em doida
sábado, 22 de agosto de 2009
(...)
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
daí
E para onde vai a dança quando não estamos a olhar?
É imaginar pinturas a serem retiradas das paredes dos museus ou livros a sair das lojas e bibliotecas no dia da morte dos seus autores. É imaginar um poema a não voltar a ser dito. Na dança, é assim - com a morte, as luzes de cena começam lentamente a apagar-se. Nos últimos meses perdemos Pina Bausch e Merce Cunningham, dois gigantes. Alguém sabe o que vai acontecer às obras com que mudaram o mundo?
"É preciso amar a dança para continuar a dançar. Não nos devolve nada, nenhuns manuscritos para guardar, nenhumas pinturas para pendurar nos museus, nenhuns poemas para serem impressos e vendidos, nada a não ser aquele momento fugaz em que nos sentimos vivos. Não é para almas instáveis." Merce Cunningham
Primeiro foi a surpresa, o choque, depois veio o pânico, com a mesma pergunta a passar pela cabeça de toda a gente: e agora?
Afinal, a quem pertence e como se preserva um tipo de legado que, por definição, é imaterial, um património como a dança, que existe apenas no momento em que o corpo de alguém a recebe?
A dança é uma questão de apropriação e, por isso mesmo, de constante contaminação e transformação. Uma dinâmica de vida. O contrário de morte. E, contudo...
26 de Julho de 2009: Merce Cunningham, um dos génios maiores da transformação da dança numa forma de arte moderna, morre em casa, em Nova Iorque, aos 90 anos.
30 de Junho de 2009: Pina Bausch, a voz mais transformadora e influente da dança europeia das últimas três décadas, morre inesperadamente em Wuppertal, na Alemanha, aos 68 anos, apenas cinco dias depois de se saber doente com um cancro.
21 de Novembro de 2007: Maurice Béjart, o último grande coreógrafo dos revolucionários Ballets Russes e ele próprio um dos mais influentes autores da Europa das décadas de 1960 e 1970, morre em Lausanne, na Suíça, aos 80 anos, depois de um mês de tratamentos cardíacos e renais intensivos.
Todos eles. E antes deles tantos outros. Martha Graham, José Limón, Alvin Ailey, Kurt Joos, Dominique Bagouet... É a nossa memória a empalidecer, a desaparecer aos poucos, e tentar travar esse processo tem sido como tentar segurar um punhado de areia demasiado volumoso para a nossa mão. Tudo a escapar-se-nos por entre os dedos.
"A tragédia da dança é que 99 por cento das peças produzidas desaparecem passados cinco anos [sobre a estreia]", dizia-nos a historiadora de dança norte-americana Lynn Garafola há apenas três meses, por altura do centenário do nascimento do Ballets Russes, a companhia-revolução criada por Sergei Diaghilev na Paris de 1909. "Quantas peças sobrevivem a uma temporada? Como se passam reportórios quando as instituições estão permanentemente a colapsar?", perguntava-se Garafola. Foi depois que começaram as mortes.
Merce foi previdente e taxativo. Com cada vez menos energia, confinado a uma cadeira de rodas devido aos problemas de artrite que tinha há décadas e longe da figura alta e esguia de longo pescoço cuja invulgar graciosidade de movimento foi em tempos comparada à de Nijinsky, sabia que o fim estava próximo. Organizou tudo.
Dois meses antes da sua morte anunciou uma estratégia de preservação patrimonial sem precedentes. Um chamado Living Legacy Plan segundo o qual deverão ser angariados junto de mecenas oito milhões de dólares a aplicar em acções metodicamente delineadas: a elaboração de um centro de documentação do seu percurso dos anos 1940 à actualidade; a remontagem de trabalhos seminais; uma última digressão mundial da Merce Cunningham Dance Company ao longo dos próximos dois anos; o encerramento da companhia no regresso a casa, com um plano de reconversão de carreiras; e, por fim, a transferência de todos os bens para o Merce Cunningham Trust, que fica com a gestão do legado do coreógrafo.
"O Living Legacy Plan é abrangente, multifacetado e - como o próprio Merce - pioneiro. Oferece um novo modelo para companhias de dança e outras organizações dirigidas por artistas que estejam em trânsito para uma existência pós-fundador", dizia em Abril, Trevor Carlson, director executivo da Cunningham Dance Foundation.
Agora, sem Merce, há quem diga que vai ser difícil conseguir fundos para um projecto a três anos. Mas, com 3,5 milhões de dólares reunidos, os directamente envolvidos mostram-se (infundadamente?) optimistas. "A companhia já tem perspectivas e está confiante de que vai conseguir os fundos necessários", dizia-nos há três semanas Leah Sandals, assessora de imprensa da fundação.
Segundo Leah, os 14 bailarinos neste momento no activo estudaram com Merce e estão preparados para continuar a ensinar a sua técnica, dando continuidade a uma linguagem de excelência extrema, enraizada numa ideia de movimento puro, seco de qualquer teatralidade ou pesquisa psicológica. É a estes bailarinos que caberá também assegurar a digressão já em curso e que em Novembro chega à Europa, incluindo a apresentação de peças como "Suite for Five" (1956-1958), a mais antiga do reportório da companhia e com figurinos de Robert Rauschenberg (Mónaco, dias 14 e 15 de Abril) e "Squaregame", (1976), uma obra muito raramente vista, estando por remontar quase desde a data da sua criação (Charleroi, Bélgica, 12 a 14 de Novembro).
Foi o plano de Merce, o visionário que deixou tudo o que pôde - textos, registos videográficos de espectáculos, aulas, ensaios e até uma série documental a ser difundida via Internet em que as suas motivações e técnicas são explicadas quer em testemunho directo quer pela voz de especialistas.
Palavras dele: "É de facto um problema como preservar os elementos de uma forma de arte que é realmente evanescente, que é realmente como a água."
Como a água, pois: perante as sucessivas mortes, a conhecida crítica de dança Judith Mackrell encontrou palavras particularmente clarividentes para expressar essa espécie de evaporação em que a dança sistematicamente se dissolve: "É imaginar a situação em que as pinturas de [Robert] Rauschenberg ou [Francis] Bacon fossem descidas das paredes no momento da morte desses artistas; é imaginar a situação em que os romances de Saul Bellow fossem retirados das estantes ou a música de Stravinsky fosse silenciada. Nenhuma outra forma de arte aceitaria por um segundo que a morte [de um autor] implicasse a possível morte da sua obra."
Da criação ao reportório
Poderá parecer um exagero falar em silêncio perante um plano como o deixado por Merce, mas parece bem menos um exagero perante a incerteza que paira sobre o Tanztheater Wuppertal desde a morte de Pina. "A única coisa que sabemos é que vamos manter as datas agendadas", dizia-nos há dias Ursula Popp, porta-voz da companhia, explicando que "nada do resto está decidido".
Depois de semanas em que a companhia teve a sua página na Internet suspensa, nesta vê-se agora um plano de espectáculos até Julho de 2010. Segundo Popp, Pina não deixou qualquer testamento ou vontade escrita no que toca ao seu legado: "É difícil dizer. Ela sempre quis que [a companhia] continuasse, mas não havia qualquer indicação específica."
Entre os bailarinos, o francês Dominique Mercy e a espanhola Nazareth Panadero são os mais velhos, estando em Wuppertal praticamente desde a fundação da companhia, em 1973; conhecedores profundos das metodologias e motivações da coreógrafa, seriam sucessores possíveis. Mas à frente de quê? De uma companhia de autor feita de reportório? Para esse cenário, há o exemplo do Béjart Ballet Lausanne onde nos últimos dois anos tem assumido as rédeas o bailarino francês Gil Roman, que esteve ao lado do seu mestre desde os anos 1960 até ao fim.
"As novas peças serão assinadas por ele, como já aconteceu em Dezembro de 2008, e o reportório será uma mistura entre herança e novas produções", diz-nos uma porta-voz da companhia. No site, contudo, há datas marcadas apenas até Outubro deste ano - o que resta da companhia de um autor que nos últimos tempos era visto como pouco mais do que "kitsch" mas que assinou obras de referência como "Sinfonia para um Homem Só" (1955), o primeiro "ballet" de sempre a utilizar música concreta.
José Sasportes, historiador de dança próximo de Wuppertal, traça um quadro igualmente negro para a companhia de Pina: considera "bastante provável" que não resista à falta de novas produções, base primeira da sua subsistência. "Durante um ano, dois, é natural que o interesse do público se mantenha [em relação às peças antigas], até como homenagem [à figura da coreógrafa], depois, quando não houver 'tournées' [com novas produções], a companhia acaba."
Optimismo zero: na opinião de Sasportes, encerrada a companhia, das cerca de 40 obras assinadas por Bausch ao longo dos últimos 36 anos, o mais expectável é que apenas três subsistam - "Orfeu e Eurídice" e "A Sagração da Primavera", ambas de 1975 e ambas oferecidas à Ópera de Paris, cuja companhia Pina instruiu pessoalmente e que em qualquer altura as poderá ter em cena, e "Kontakthof", uma peça de 1978 que a coreógrafa foi montando com diferentes grupos de intérpretes de diferentes idades em diferentes cidades.
Quase quatro dezenas de peças votadas ao desaparecimento, incluindo verdadeiros marcos da contemporaneidade como "Café Müller", de 1978 e a única peça em que vimos Pina dançar, ou "Palermo, Palermo", de 1989, a primeira da longa série de peças sobre cidades que acabaria por incluir Lisboa, com "Mazurca Fogo", em 1998. Chocante? É o que tem vindo a acontecer desde sempre. Afinal, quantas peças de Marius Petipa chegaram até nós?
À frente do Teatro Mariinsky, o "ballet" imperial de São Petersburgo, entre 1871 e 1903, onde ensinou e dirigiu bailarinos míticos como Nijinsky e Anna Pavlova, Petipa assinou mais de cinquenta produções, trabalhos financiados com milhões de rublos pela corte russa, à época a mais rica da Europa. Se o "ballet" é hoje entendido como uma forma de arte russa é, precisamente, devido a Petipa, que resgatou da decadência a tradição francesa e italiana, elevando-a ao nível de excelência e de fausto que hoje identificamos como o apogeu do clássico. E, contudo, para além de versões de "Giselle", "Coppélia" e "O Lago dos Cisnes", remontagens de obras pré-existentes, dos trabalhos de Petipa o público de hoje identificará pouco mais do que "A Bela Adormecida", de 1890, "O Quebra-Nozes", de 1892, e "Raimunda", de 1898.
Mais: apenas uma excepção entre autores do século XIX - a constituída por August Bournonville, à frente do Royal Danish Ballet entre 1828 e 1879 onde coreografou cerca de 50 peças, das quais à volta de 12 continuam hoje a ser interpretadas pela companhia, uma das mais antigas do mundo.
É ainda José Sasportes quem alerta: "A história da dança sempre se construiu sobre o efémero, sempre se deitou fora o que se fazia. Até ao fim do século XIX o que interessava era o novo. Mas os coreógrafos tinham discípulos, mantinha-se o modo de fazer."
Começar do zero
Discípulos, uma tradição passada de geração em geração: era a lógica anterior à hoje omnipresente estratégia das companhias centradas num autor e seus produtores que, para conter custos, contratam intérpretes apenas no momento das novas criações; é a lógica que começou a morrer com as grandes companhias de reportório, uma figura hoje em extinção perante a carência de apoios. O tipo de carência que levou, entre outras, à dissolução do Frankfurt Ballet, fundado em 1984 por William Forsythe, talvez o mais brilhante dos coreógrafos que continuam a trabalhar e reinventar o vocabulário clássico.
Depois de 20 anos à frente do Frankfurt Ballet, em 2004 Forsythe entendeu que os cortes de financiamentos estatais com que se confrontava comprometiam irremediavelmente a qualidade do seu projecto artístico. Optou por abandonar a companhia, criando outra, a Forsythe Company, com apenas 18 bailarinos, contra os 42 com que o Ballet de Frankfurt começou e os 34 a que estava reduzido na altura da dissolução.
"O que lamento é a falta de continuidade numa estrutura que estava tão bem organizada", disse à época o coreógrafo. Explicando: "Ao longo dos últimos 20 anos, passaram pela companhia 130 bailarinos. O conhecimento foi passado. A quebra disso é devastadora."
Vera Mantero, uma das mais consideradas autoras da chamada Nova Dança Portuguesa, talvez o único movimento artístico português de grande impacto internacional, menciona uma das consequências mais desconcertantes da falta de passagem de conhecimento na sua área: a permanente sensação de se estar a começar do zero (perspectiva dos criadores); isso ou o sentimento cíclico de estar a viver um "déjà vu" tendencialmente mais pobre do que a experiência original, acrescentaríamos nós (perspectiva do público).
Uma simples biblioteca: "Quando fui para Nova Iorque [nos anos 1980], no fim, quando já nem estava a fazer aulas de dança, passava a vida na biblioteca de artes performativas do Lincoln Center, a ver todas aquelas peças fantásticas dos arquivos de vídeo. Não há transmissão de conhecimento, não há ensino sem este tipo de ferramenta. Desaparece tudo o que foi feito sem que as coisas novas fiquem também registadas."
Em Nova Iorque há o Licoln Center e a Public Library, em Paris o arquivo do Centre National de La Danse, com fundos que vão do espólio de Lisa Ullman, colaboradora de Kurt Jooss e Rudolf Laban, a material de coreógrafos de hoje como Jérôme Bel, o Fundo Rodolf Noureyev e o Arquivo Isabelle Ginot, sobre Dominique Bagouet. Em Portugal, o Fórum Dança tem tentado manter um pequeno arquivo videográfico de novas produções, mas que nem sempre consegue actualizar, sobretudo em termos internacionais. De resto, o registo de algumas obras importantes da história da dança contemporânea portuguesa pode estar definitivamente perdido. Como acontece com "Gust", de Francisco Camacho.
Estreada em 1997 e considerada como uma das melhores produções de sempre da dança portuguesa independente, "Gust" acabou por ficar registada apenas num plano geral de qualidade fraca, imagem de "régie" sem pormenores individuais e, em termos logísticos, a ideia de uma reposição, ainda que apenas para filmagens, é complexa. Para além dos custos, há que ter em conta os 12 anos entretanto decorridos: com a morte da bailarina Paula Castro, há dois anos e meio, dos restantes 13 intérpretes originais - os que mais facilmente retomariam o espírito da produção -, dois, os mais velhos, estão retirados, e, das duas bailarinas mais jovens, uma não deu continuidade à carreira que estava então a começar.
Um problema de memória
Quando fazemos as coisas nunca pensamos que elas vão se vão tornar história", diz João Fiadeiro. A Re.Al, a produtora deste coreógrafo, revela algumas das marcas da história de precariedade da dança, em geral, e da dança portuguesa, em particular. Em caixas fechadas há anos, Fiadeiro tem cerca de duas mil cassetes - sobretudo VHS e Hi8 - de ensaios, "workshops", conferências-demonstração e peças ("o próprio impulso de filmar foi pensar: o.k., não sei para que é que isto serve, mas se não existir não fica nada", diz o coreógrafo), só que muito desse material, correspondente a cinco ou seis anos de actividade até 1998, pode estar (talvez irremediavelmente) corrompido: ficou submerso quando o Tejo inundou o Espaço Ginjal, onde a companhia teve sede, e continua guardado desde então. Da mesma forma, ao longo do tempo "desapareceu quase tudo" no que toca a figurinos e cenários, nomeadamente com o encerramento do Espaço A Capital, no Bairro Alto, onde a 29 de Agosto de 2002 a polícia entrou e deu ordem de encerramento imediato alegando falta de condições de segurança do velho edifício onde uma série de estruturas tentaram criar um centro artístico multidisciplinar. Nesse dia, os responsáveis pelo colectivo teatral Artistas Unidos abriram a bagageira de um Honda Civic e enfiaram lá dentro o essencial - dossiers, computadores e impressoras. No fim entraram eles e arrancaram. A Eira, a Re.Al e os outros fizeram o mesmo.
"Se não preservarmos as coisas agora, de facto, tudo se perde. É o problema da não inscrição da história, um problema de memória. Eu acho que as minhas peças têm uma autoria, são do João Fiadeiro, mas pertencem também à comunidade. É um património colectivo. Não pensei muito no que acontece ao meu trabalho quando eu morrer; mais do que o que lhe vai acontecer quando morrer, interessa-me o que lhe acontece enquanto estou vivo. Porque mesmo que eu não morra, esqueço-me. É um património que acho que compete também às escolas, à universidade, manter, preservar. De preferência enquanto estamos vivos."
Em Maio, Francisco Camacho deu um passo nesse sentido, quando teve oportunidade de dirigir uma reposição de uma das suas peças iniciais com alunos do Fórum Dança - "O Rei no Exílio", feito para a Europália, em 1992. Tal como com outras peças - "Com a Morte Me Enganas" (1994), "Dom São Sebastião" (1996)... - havia elementos de cenário e figurinos já perdidos. "Eu próprio tive que a aprender a peça de novo, porque já não me lembrava", explica o coreógrafo, dizendo ser um trabalho que considera não fazer sentido retomar ele próprio como intérprete: "Já não tenho idade, não tenho a energia jovem nem o perfil."
É outro problema que se levanta: a relação umbilical entre a linguagem dos coreógrafos e bailarinos contemporâneos e o seu próprio corpo e história ou a fisicalidade e bagagem referencial dos seus cúmplices. Ao contrário do que acontece com o clássico, com vocábulos específicos, que podem ser treinados todos os dias, passados 100 anos sobre o nascimento da dança moderna, a maioria dos autores de hoje usa nas suas criações um cruzamento extremamente multifacetado e idiossincrático de linguagens, um universo que acaba por ter mais a ver com uma posição na arte e no mundo do que com uma tradição propriamente dita.
Martha Graham, Cunningham e Limón desenvolveram técnicas de movimento. Já não é o caso de Pina, a quem devemos esse extraordinário facto de os bailarinos terem ganho voz, falarem e cantarem em cena. Não é também o caso da maioria dos autores portugueses. José Sasportes compara, aliás, Vera Mantero a Isadora Duncan, de tal forma a sua linguagem é pessoal: "A Vera é ela, aqui. É um caso de destruição natural."
É também, contudo, um caso raro de preservação de material: "Mantenho até todas as cassetes de ensaios, dos processos de trabalho. É impensável, para mim, apagar, gravar por cima. Tenho a noção de que vai ser preciso perceber como se chegou ali, saber porque é que [uma peça] existe assim. Cadernos, notas... Guardo tudo. Até diários de adolescência: têm coisas que são já a formação de ideias para o que queria fazer."
Tudo ali. E, contudo, será material morto se ninguém o retomar. Martha Graham costumava dizer: "Nenhum artista está à frente do seu tempo. Ele é o seu tempo; são os outros que estão atrasados." No caso da dança é fundamental que não nos deixemos atrasar demais. Ela não fica à espera. Foi.
sábado, 15 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
island hopping
tudo a correr lindamente. de mochila as costas e sacos em todas as mãos. a saltar de ilha em ilha. a desesperar com os preços e as enchentes da época alta. a mergulhar em água transparente. a descansar em frente ao mar. a andar de carroça puxada a burro e a sobreviver a 2 semanas sem internet.
PS: cheira-me que serão as minhas últimas férias totally backpacker style... vou aproveitar...
sábado, 8 de agosto de 2009
em Ubud
como nao queremos deixar a Pia sozinha, temos ficado aqui na piscina do hotel a ler e descansar. de manha demos uma volta a vila que nao fosse a "contaminacao" do turismo era simplesmente um paraiso. ainda assim, os rice fields na parte de tras das casas sao um sonho... vou ver se aproveito tambem para tirar umas fotos
a moral nao 'e, como podem perceber pelo tom deste meu post, muito alta... espero a partir de amanha nas Gili entrar mais no mood ferias...
bjs
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
finalmente de férias
a Pia e a Ines apanharam-me no aeroporto e passámos a primeira noite em Bali. amanhã os planos são seguir para Lombok (outra ilha aqui ao lado).
o acesso à internet é difícil por isso não prometo grandes posts... mas no news is good news!
até breve
Porquê o INSEAD?
What do you think an INSEAD MBA gives you that other MBA's don't?
I cannot resist borrowing what one of my INSEAD colleagues told me one day. His words summarize perfectly what I believe makes INSEAD unique: “I cannot think of a better way to discover and experience the World other than coming to INSEAD. You can travel your entire life or you can aspire to a career at the UN. Still, being here is the only way of having a global perspective in such a short period of time. At INSEAD, you find a rich and complex sample of what the World is like”
último

terça-feira, 4 de agosto de 2009
ai, ai a minha vida...
- beijinhos (e pouco mais) a tios, primos e avós
- abraços (e alguma conversa) à G., à A. e ao D.
- mimo (e descanso) chez mes parents
- research & writing para o meu próximo projecto (ainda segredo... hope it goes well!)
- cartas, contas e IRS (e deste ultimo nem quero falar...)
- praia, peixinho e brisa de verão (a matar saudades do sul...)
- mapas, guias e contactos (a planear a visita da minha amiga I. a Portugal nas próximas semanas**)
- 3 escalas, 2 dias perdidos sem dar conta e o pior jetlag de sempre
- 4 dias de writing e editing aqui em Singapura (para o tal projecto...)
- 2 semanas na Indonesia (Bali, Lombok, Flores...) com a Pia e a Inês
- e o regresso directo a Fontainebleau para o início do P4 no dia 24 de Agosto
uff...
**A I., russa, minha amiga do MBA, vem passar uns dias a Portugal (depois de a convencer a incluir o nosso belo país no seu roteiro de Verão) mas como não vou estar cá, tinha obviamente de deixar tudo preparadinho para que se vá embora a ADORAR Portugal!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
sábado, 18 de julho de 2009
surpresas II
http://dn.sapo.pt/gente/Interior.aspx?content_id=1310932
http://ipsilon.publico.pt/musica/critica.aspx?id=235570
quarta-feira, 15 de julho de 2009
ultimo
deixo uma mala que não consegui encaixar em lado nenhum (mais sucateira que eu não há...)
beijos
terça-feira, 14 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
censura
sexta-feira, 26 de junho de 2009
a vida em 80 kilos... (e um par de malas)
quarta-feira, 24 de junho de 2009
para a minha querida prima Diana
segunda-feira, 22 de junho de 2009
ultimas licoes - II

ultimas licoes - I
domingo, 21 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
last escape before the end of P3

estou de saída para o meu último short break antes das aulas acabarem (depois só falta a viagem à China, o regresso a Singapura via Laos e Tailandia e o voo para Portugal!)
Na proxima semana já tenho exames, mas consegui despachar os trabalhos de grupo que tinha para fazer e por isso antes disso ainda consigo ir uns dias para o Vietnam - Hanoi & Ha Long Bay... é aqui que eu vou estar!






























