uns ficam, outros voltam a casaas saudades apertam mais que nunca, mas é preciso continuar
leio uma vez mais o poema do Neruda que a Jo enviou há dias, quero repetir essa força, respirar fundo, encher o peito de ar e caminhar sem olhar para trás
"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem destrói o seu amor próprio,quem não se deixa ajudar
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajecto, quem não muda as marcas no supermercado, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva Incessante, desistindo de um projecto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples acto de respirar
Estejamos vivos, então!"
(obrigada minha borboleta.... um beijinho grande)
2 comentários:
Grande momento de inspiração de Pablo Neruda, sempre me "encantou" e me inspira para novas aventuras...
RaS parabens pelo teu blog.
Enjoy the experience and life the moment.
obrigada "melp"! (apesar de ainda não conseguir decifrar a sigla...)
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